Fazendo uma analise superficial sobre alguns aumentos que afetaram o orçamento e o bolso dos brasileiros desde o inicio do ano, não fica tão difícil perceber que há uma certa desvantagem para algumas classes. Principalmente aos proletariados que sobrevivem com uma renda de um salário mínimo.
A intenção neste momento não é criticar a situação econômica do Brasil atualmente, e sim ou apenas, associar o valor do salário mínimo com alguns gastos que de certa forma acabam promovendo uma situação desproporcional a algumas classes sociais. Economicamente não é preciso citar que o Brasil tem alcançado ótimos níveis de evolução e produção, além de valorização no mercado mundial e interno. Mas é possível exemplificar algumas elevações de preços que aconteceram só no primeiro semestre do ano.
No primeiro dia deste ano os cariocas já passaram a desembolsar R$ 0,30 a mais em sua tarifa básica de pedágio. Em fevereiro os brasileiros estavam pagando 6% por cento a mais no preço dos livros didáticos utilizados nas escolas. Em março, o etanol ficou 13,42% mais caro, assim como a partir do dia 14 deste mesmo mês ocorreu o reajuste das taxas de embarque nos principais aeroportos do país, com aumento de 5% nos vôos domésticos e 4,69% nos internacionais.
Nos últimos dias as linhas rodoviárias no estado do Rio de Janeiro aumentaram sua tarifa de R$ 2,40 para R$ 2,50 e o Metrô Rio, afirmando está sem reajuste a dois anos alterou seu valor de tarifa unitária de R$ 2,80 para R$ 3,10.
Diante de tanto aumento, este ano, o nosso salário mínimo foi reajustado, exoticamente de R$ 540,00 para R$ 545,00 deixando preocupados aqueles que dependem desta quantia mensalmente para manter e acompanhar tantas variações de preços.
Curiosamente, no final do ano passado o reajuste para deputados e senadores e o presidente da república, foi de 61,8% e 133,9%, respectivamente. Tantos aumentos assustam. E fica claro que alguém está perdendo nesta história. Será o povo assalariado ou aqueles que se beneficiam com essas variações exorbitantes ?
O discurso publicitário de crescimento e de sétima maior economia do mundo, não deveria privilegiar todos os brasileiros ? Ou ainda falta uma reavaliação de conceitos econômicos a ser feita ?
Respostas dificeis, mas que ao menos poderiam ser comprovadas em melhorias para a população. Talvez, isso pelo menos disfarçaria as evidências errôneas que emergem da politicagem.
esse é um assunto polêmico e que as autoridades não comentam, é realmente um absurdo o aumento dados aos políticos enquanto tem gente que não tem nem o que comer.
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