E se pudessemos fazer arte e eternizá-la com nosso próprio sangue? Deixar vestígios de nosso DNA em obras que se desenham aos nossos olhos.
Essa curiosa e inovadora forma de fazer arte é a proposta do artista Lúcio Salvatore que vem percorrendo o mundo com sua nova exposição de quadros desenhados com uma tinta diferente ou melhor, quadros desenhados com sangue humano. Já chamado por alguns de vampiro das artes, este jovem artista criou sua maneira particular de conceber obras fazendo uso do sangue humano como matéria -prima.
O processo consiste em colher sangue do cliente interessado e transformá-lo num auto-retrato ou outro desenho qualquer. O resultado é no mínimo interessante e revela-se surpreendente à primeira vista. Alguns famosos já foram voluntários e contribuiram com vestígios de seu DNA para criação do artista. Sua exposição pôde ser vista em setembro deste ano, no Centro cultural dos Correios no Rio de Janeiro.
As obras comprovam que arte e criatividade podem ir muito além da imaginação.


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